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Postado julho 15th, 2009

CURIOSIDADES AMBIENTAIS

CURIOSIDADES AMBIENTAIS

 

 

 

A maior árvore do mundo é uma sequóia que fica no Parque Nacional das Sequóias na Califórnia, nos EUA. Ela tem 83,82 metros de altura.

 

A árvore mais velha do mundo possui 4.600 anos, foi descoberta por Edmund Schulman, nas montanhas brancas, na Califórnia, EUA.

 

A árvore mais velha do Brasil é um Jequitibá vermelho com 3.020 anos que se encontra no Parque Estadual de Vassununga, no Estado de São Paulo.

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PRAGAS URBANAS

 

PRAGAS URBANAS

 

 

                                                        Desde os tempos mais remotos o homem passou a conviver não apenas com os animais domésticos, ou seja, aqueles que necessitam de seus cuidados e são criados como companhia, mas sim de animais sinantrópicos, os quais se adaptaram a conviver junto do ser humano a despeito da vontade do mesmo.

                                                        Dentre as inúmeras espécies de animais podemos destacar as baratas, ratos, moscas, pernilongos, escorpiões, pombos, cupins, abelhas, formigas, lesmas, aranhas, morcegos gafanhotos, etc., que em sua grande maioria encontram mecanismos que facilitam a sua disseminação, a começar pelo clima do país, principalmente no verão, época quente e úmida, além, de abrigos e comida farta. Afinal, diante da significativa quantidade de casas, terrenos e instalações abandonadas, espalhadas pela cidade, estas pragas encontram condições propícias ao seu desenvolvimento, alicerçadas pelo acúmulo de lixo e resíduos orgânicos, além, de entulhos e quinquilharias que ao serem depositadas inadequadamente em qualquer terreno, servem de criadouro a estas pragas.

                                                        Mas, o que pode se tornar ainda mais preocupante, no que tange estes animais nocivos a saúde do ser humano, é sem dúvida, os prejuízos e estragos que os mesmos podem causar tanto na zona rural quanto urbana, devastando plantações de grãos e armazéns que estocam alimentos, contaminando os mesmos, bem como de se reproduzirem celeremente e provocarem um desequilíbrio ambiental, podendo contaminar lavouras, fontes de água, animais domésticos e o próprio ser humano, através principalmente de seus excrementos.

                                                        Portanto é imprescindível que se conheça os hábitos destes animais, seu ambiente preferido, sua maneira de proliferação a fim de se evitar a instalação de criadouros dos mesmos, procurando não alimentá-los, não despejar lixo em locais inadequados, realizar controle preventivo com produtos adequados e que não agridam o meio ambiente, e caso haja situações incontroláveis, solicitar a intervenção de autoridades sanitárias, para que possam ser tomadas as medidas pertinentes e que seja preservada ao máximo a saúde e o bem estar da população.

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Dr. Ricardo Cavichioli Scaglion

Médico Veterinário

Membro da Associação Ambientalista de Marília

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RIO DO PEIXE

 

RIO DO PEIXE

 

 

 

                                                                                  Este importante Rio tem sua nascente localizada na Cidade de Garça e corta a parte Sul do Município de Marília, está situado no espigão constituído pela Serra dos Agudos, todos os seus rios correm para a Bacia do Peixe ou para a Bacia do Rio Feio, seus principais afluentes pela margem direita são o Ribeirão do Alegre, que nasce a 10 quilômetros de Gália, o Ribeirão do Barbosa, que nasce em Marília, na Fazenda Altair, o Rio do Pombo que também nasce em Marília, e o Rio da Prata que tem as suas cabeceiras no Bairro da Prata. Já pela margem esquerda destacamos o Rio três Lagoas, que nasce na divisa Sul, entre Marília e Echaporã. Com relação ao Rio Aguapeí ou Feio, que também nasce em Garça, mas na parte Norte do espigão da Serra dos Agudos, possui como afluentes que passam por Marília todos pela margem esquerda, o Ribeirão dos Índios, que nasce a 7 quilômetros de Marília e o Córrego do Forquila, que faz a divisa entre as Cidades de Marília e Garça de sua nascente até a foz.

                                                                                  E diante da topografia maravilhosa peculiar ao Município de Marília, recortado pelos paredões revestidos de vegetação, os Contrafortes da Serra dos Agudos recebem dentro do Município algumas denominações especiais, como Serra de Avencas, Serra de Cincinatina (onde fica o Morro Redondo), Serra do Tiveron, Serra do Macuco e Serra de Casa Grande.

                                                                                  Realmente é significativa a importância das suas reais características, da variedade e fartura de peixes que o mesmo albergava, o que justificava seu nome, sua margem totalmente protegida pela mata ciliar, seu volume de água espetacular, suas margens largas, sua água pura e cristalina, delineando por entre as rochas e sinuosidades do seu leito, a formação de dezenas de cachoeiras naturalmente convidativas e propicias para os banhos e boa pescaria para os amantes da natureza aos finais de semana.

                                                                                  Mas, infelizmente em poucas décadas a urbanização da cidade, e a sua rápida expansão, fez com que o homem não respeitasse os limites existentes entre progresso e preservação, culminando com a degradação da Bacia do Rio Peixe, que não suportando a pressão do despejo de esgoto, do desmatamento, do lixo, da criação de gado, entre outros agravantes ambientais, o diagnóstico da sua situação atual é péssimo e calamitoso, e fica deixarei registrado aqui uma célebre frase que diz o seguinte: Um rio é como um espelho que reflete os valores e comportamentos da nossa sociedade. Você já olhou para o Rio da sua Cidade?

 

 

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Dr. Ricardo Cavichioli Scaglion

Médico Veterinário

Membro da Associação Ambientalista De Marília

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